Múltiplas escritas: reinventando a pertinência crítica
Texto de Ines Saber: O corpo que se faz vínculo, que se faz dança, que se faz corpo

O texto a seguir, de Ines Saber, integra a plataforma Múltiplas escritas: reinventando a pertinência crítica, coordenada pelo artista e pesquisador Anderson do Carmo (saiba mais clicando ao lado). Em 2016, o Conectedance passa a publicar os textos do Múltiplas escritas, produzidos durante o Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea, dirigido em Florianópolis … Continua

Múltiplas escritas: reinventando a pertinência crítica
Texto de Jussara Belchior: Sobrevoando um encontro entre diferenças 

O texto a seguir, de Jussara Belchior, integra a plataforma Múltiplas escritas: reinventando a pertinência crítica, coordenada pelo artista e pesquisador Anderson do Carmo (saiba mais clicando ao lado). Durante a experiência da plataforma, os autores dos textos não são artífices passivos, pois convivem e trocam informações entre si e também participam das atividades sobre … Continua

Múltiplas escritas: reinventando a pertinência crítica
Texto de Everton Lampe: Múltiplas danças, políticas variadas

O texto a seguir, de Everton Lampe, integra a plataforma Múltiplas escritas: reinventando a pertinência crítica, coordenada pelo artista e pesquisador Anderson do Carmo (saiba mais clicando ao lado). Em 2016, o Conectedance passa a publicar os textos do Múltiplas escritas, produzidos durante o Múltipla Dança – Festival Internacional de Dança Contemporânea, dirigido em Florianópolis … Continua

Múltiplas escritas: reinventando a pertinência crítica

Concebida por Anderson do Carmo, esta plataforma experimental de textos críticos surgiu em 2014 no Múltipla Dança de Florianópolis.

Em 2016 faz conexão com o Conectedance, que publicará os textos produzidos a partir da programação do festival. A proposta é guiada pela percepção de uma perigosa tendência nas reflexões acadêmicas e jornalísticas: “fazer uso das obras de dança para dar a ver ideários previamente instituídos que – concretamente – não pensam arte, mas parasitam suas discussões para delas servirem-se.

Sobre o balé clássico:
o que devemos jogar fora?

Juliana Moraes escreve sobre o balé como ferramenta para a dança contemporânea.

Tendo como referência os ensinamentos de Zélia Monteiro, a autora prossegue em suas reflexões sobre o balé clássico, como meio eficiente e criativo para a criação contemporânea.

Sobre cavalos e tutus

Reflexões da bailarina e coreógrafa Juliana Moraes sobre as intangibilidades do balé clássico.

 

Os retratos sobre cavalos feitos no século 19 pelo fotógrafo francês André-Adolphe-Eugène Disdéri (1819-1889) conduzem o pensamento da autora.

Crescer, mudar e permanecer: caminhos de um festival de dança

A Bienal SESC de Dança, que desde 1998 acontecia na cidade de Santos (SP), passará a se realizar em Campinas em 2015.

Marina Guzzo, artista e pesquisadora da dança, comenta a mudança e traz a justificativa de Danilo Santos de Miranda, diretor regional do SESC-SP.

Para o coreógrafo Sandro Borelli (foto), a dança contemporânea construiu sua própria armadilha.

A dança contemporânea ignora o público?

Baseado em mais de três décadas de “militância artística”, como ele se refere à sua bem-sucedida trajetória, o coreógrafo paulista Sandro Borelli faz uma reflexão sobre o distanciamento que a dança contemporânea criou com o público. Para Borelli é urgente reconquistar as plateias e isto é possível.